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Descubra quem é o assassino Guri entre 13 suspeitos

Desde novembro já se foram dez tiros na testa e dez fotografias com a imagem de um menino deixadas sobre um corpo em “Poder paralelo”. As pistas começaram a aparecer, como a gravação que revela a voz de duas pessoas clamando por justiça, deixada na última cena de crime da trama da Record, na quarta-feira. A solução do mistério só acontece no último capítulo, dia 2 de março. Mas já é possível fazer as apostas, já que o serial killer, de acordo com o autor da trama, Lauro César Muniz, está entre 13 suspeitos listados aqui (veja nos quadros as razões que cada um tem para ser o assassino).

— As pistas foram dadas. Haverá mais um assassinato nos próximos capítulos. Talvez até mais dois — adianta Lauro, aumentando o mistério.

Nos bastidores da novela, corre o boato de que os mortos estão de alguma forma ligados aos dois inimigos Tony (Gabriel Braga Nunes) e Bruno (Marcelo Serrado). Aliás, a foto deixada na cena do crime é um recorte de jornal da época em que Bruno, ainda garoto, matou o pai e assumiu a máfia. O que o assassino quer dizer com isso? A única certeza é que a verdadeira identidade de Guri já foi escolhida pelo autor desde o começo da história:

— Já está decidido quem é Guri. Resolvi desde o início dos assassinatos — afirma o autor.

Motivos para estes suspeitos não faltam. Agora, é só montar o bolão.

Aí vai a lista de suspeitos:

Tony (Gabriel Braga Nunes) — Por trás da imagem de bom moço, o agente quer acabar com Bruno e pode estar começando sua vingança.

Caló (Gracindo Jr.) — O patriarca mudou bastante seus hábitos e passa as noites em claro. E tem ódio mortal de Bruno (Marcelo Serrado).

Neide (Maria Carolina Ribeiro) — Esteve com Armando (Cecil Thiré) e Vânia (Bete Coelho) nos dias que ambos foram assassinados.

Francesco Tucci (Roberto Birindelli) — No começo da trama mostrou que adorava atirar na testa dos inimigos para provar seu poder.

Rudi (Petrônio Gontijo) — Viciado em cocaína e alcoólatra, o irmão de Tony costuma ter surtos de agressividade quando está sob o efeito das drogas.

Fernanda (Paloma Duarte) — Além do passado misterioso, a atriz tem diálogos sobre vingança na novela em que atua e sabe usar armas.

Bruno (Marcelo Serrado) — É o grande vilão. Ele ganhou o apelido Guri quando ainda era criança e matou seu pai, assumindo a máfia.

Dog (Miguel Thiré) — O jovem não tem uma vida muito clara. É fotógrafo, mas não menciona nada sobre seu passado nem sua família.

Nícia (Adriana Londõno) — Amiga da família Castellamare pode querer vingar com as próprias mãos o assassinato do pai e do marido.

Renato (Bruno Padilha) — É o delegado que investiga o caso, porém tem caráter duvidoso e atitudes suspeitas que o ligam à máfia.

Domi (Augusto Zacchi) — Na morte de Dona Freda (Lu Grimaldi), o equipamento de segurança estava desativado. O que o segurança da família fazia?

Iago (Antônio Abujamra) — O empresário era o braço direito do pai de Bruno. Ele está sempre observando e sabe tudo sobre todos.

Orlando (Cláudio Tovar) — Conhece bem o hotel onde três morreram. E por que o culpado não pode ser o chefe de cozinha? Como os mordomos...

Próxima vítima de Guri é o jornalista Baruel

O autor de "Poder paralelo" ainda não bateu o martelo se haverá mais uma ou duas mortes até o final da trama. Mas a vida de Baruel (Carlos Bonow) está com os dias contados. No capítulo do dia 23, o jornalista será assassinado no apartamento de Ligia (Miriam Freeland) quando for mostrar à chefe uma foto em que Bruno (Gabriel Braga Nunes) aparece com Fernanda (Paloma Duarte) grávida.

Ligia sai apressada de casa para um compromisso e esquece a porta do apartamento entreaberta. Duas pessoas mascaradas entram na casa e surpreendam Baruel, que se desencontrou com a chefe. Quando o porteiro lhe avisa que o amigo subiu para seu apartamento, ela retorna e dá de cara com o jornalista morto em sua cama com um tiro na testa e a foto do Guri. A polícia descobre rastros de sapato feminino e açúcar no chão. O mistério continua...

Bruno revela a Maura que Pedro não é pai de Pedrinho

Bruno mostra o resultado do exame para Maura, que se choca

Maura (Adriana Garambone) vai ter uma revelação chocante, em "Poder paralelo". Ela vai descobrir que seu neto, Pedrinho, não é herdeiro de seu filho, Pedro (Guilherme Boury). E quem a faz ficar ciente do fato é Bruno (Marcelo Serrado).

O vilão mostra a ex-mulher o resultado do exame de DNA de Pedrinho. Mesmo chocada com a atitude do empresário, que fez tudo escondido, Maura lê o documento e se surpreende ao ver que o exame indica que Pedrinho não é fruto do relacionamento de Pedro e Nina (Patrícia França). Bruno, então, manda a ex contar a verdade para o filho. Frio, o vilão ainda diz que será fácil encontrar alguém que adote o bebê, o que deixa Maura angustiada.

Gigi e Téo se beijam em 'Poder paralelo'

Gigi (Karen Junqueira) e Téo (Tuca Andrada) vão se beijar em 'Poder paralelo'. Mesmo depois de ser rejeitada pelo delegado, a modelo insiste em conquistá-lo. Decidida, ela o procura e confessa mais uma vez seus sentimentos. Mas, para sua sorte, dessa vez ele não resiste e a beija com muita paixão.

Suspense


Mais suspense ainda irá marcar os primeiros capítulos de 2010 em Poder Paralelo.
Depois de novos e intensos tiroteios, Bruno (Marcelo Serrado) decide: ou entrega Tony (Gabriel Braga Nunes) para a polícia ou acaba com ele a qualquer custo.

O bandido manda Baruel (Carlos Bonow) assistir ao vídeo que incrimina o italiano pelo assassinato de Jorge (Caco Baresi) e outro no qual negocia a troca de armas por drogas com Camilo (Fernando Arze). Em seguida, o empresário determina que o editor publique uma reportagem de capa na Grafos incriminando o inimigo.

Ao mesmo tempo, pressionado por Bruno, Rudi (Petrônio Gontijo) liga para Tony e conta que precisa pagar uma dívida, senão será assassinado. Os dois marcam um encontro no apartamento de Téo (Tuca Andrade). O Guri, então, envia três seguranças para seguirem Tony e outro leva Rudi para o bunker.
Um atirador de elite monta um rifle com mira a laser na janela de um edifício bem diante do prédio do delegado.

Lígia vai até lá, pois quer muito discutir a relação com o seu amado e alertá-lo de que seu chefe publicará uma matéria denunciando-o como criminoso e agente clandestino da polícia internacional. Quando a repórter chega ao apê e começa a falar com Tony, Téo entra correndo na sala e a puxa com violência, jogando-a no chão.
Tony ainda vê um ponto de luz vermelha de laser que o alcança. Um tiro acerta seu peito.
Estas cenas deverão ir ao ar para marcar a reta final da novela da Record. As informações são concebidas pela revista Tititi.

Então é Natal para todos


O clima de Natal vai tomar conta dos personagens de Poder Paralelo. Notícia boa, que é rara de se ver numa trama cheia de assassinatos nos últimos capítulos.
O autor Lauro César Muniz promete um clime mais amistoso e amigável para os próximos capítulos, que passam em dias natalinos. Numa das cenas que explicam tal proposta, o protagonista Tony (Gabriel Braga Nunes) vai sacar uma arma sob o vilão Bruno (Marcelo Serrado).
Surpresa ou não, o bandidão da história vai pedir uma trégua, tomado pelo espírito natalino. Os dois deverão se abraçar, com o intuito de celebrar a chegada da comemorativa data.
Paralelamente à este espírito natalino, ainda existem as expectativas de com quem que Tony irá se juntar ao final de Poder Paralelo. Fernanda (Paloma Duarte), que evoluiu no decorrer da história, e Lígia (Miriam Freeland), inicial protagonista do folhetim, estão nessa disputa.
A novela dura até fevereiro.

Em Alta

Poder Paralelo finalmente está brilhando na Record. Pelo menos isso pode ser dito para São Paulo, em que sua audiência recorde não passa (ainda) de 15 pontos (índice esse registrado terça-feira). Em capitais como Brasília e Fortaleza, a trama de Lauro César Muniz brilha desde que estreou, há sete meses atrás.

De qualquer forma, na noite de quarta-feira, os executivos da Record tem o que comemorar. Poder Paralelo, pela primeira vez, registrou a liderança isolada no Ibope, mesmo que num placar apertadíssimo.

A exibição da novela da Record deixou os bastidores da Globo de cabelo em pé, na capital paulista. Poder Paralelo venceu a concorrente por décimo. O placar aponta 12,3 a 12,2 a favor do canal paulista. Mas a prévia indicava 13 a 12. Essa média é válida somente ao horário de exibição da trama de Lauro César Muniz, que foi das 22h58 as 23h44 naquele dia.

A emissora carioca transmitia a primeira final da Copa Sul-Americana, entre LDU x Fluminense, no Equador, para todo Brasil. A Globo paulista, porém, ignorou o jogo e preferiu exibir o premiado filme Munique (2006). Resultado: sofreu muito com a concorrência. Até porque não se vê um filme tão repercutivo feito este amargar até o terceiro lugar no Ibope. Lembrando que a Band, que exibia o jogo para São Paulo com exclusividade, registrou o maior Ibope do ano no futebol: 11 pontos de média e picos de 15, chegando a alcançar a liderança no minuto final do jogo.

No Rio de Janeiro, não foi muito diferente. Mesmo perdendo na média, a Record registrou vários momentos de liderança perante a Globo, que exibia por lá tal jogo. Em Belo Horizonte, cidade da qual não é costume registrar altos índices, também.

Poder Paralelo está em uma fase delicada de "serial killer", em que uma série de personagens falecem misteriosamente. A mais chamativa dos assassinatos foi a de Mamma Freda (Lú Grimaldi). Outras mortes ainda irão ocorrer, segundo adianta Lauro César.

São muitos os suspeitos levantados em tese. O malvadão Bruno (Marcelo Serrado) é o principal deles. Enquanto isso, Nina, personagem de Patrícia França, deixou temporariamente a trama, por conta da gravidez de sua intérprete.

Poder Paralelo tem seu fim programado para ir ao ar em 22 de fevereiro, somente. Em seu lugar, entra a exibição de Ribeirão do Tempo, assinado por Marcílio Moraes.

Até lá, será que a atual trama voltará a ter momentos de glória feito esse? Porque certamente ela está em alta.

Lú Grimaldi se despede de 'Poder Paralelo'

Freda, personagem de Lú Grimaldi em "Poder Paralelo" aparecerá morta na piscina de sua casa. A atriz confessa que não esperava que Freda morresse mas que o carinho dos colegas a conformaram.

"Quando soube da morte da Freda fiquei chateada. Estou triste até agora mas já entendi. Só não compreendi. (risos) Espero que a família fique bem estruturada", brinca a atriz. "Todos foram muito carinhosos comigo, foi emocionante. Me senti querida e fiquei conformada com a morte", completa.

A sequência foi gravada na última quarta-feira em uma casa no Alto da Boa Vista. Num sol de rachar, Lú não resistiu e se jogou na piscina, com a roupa de cena mesmo, assim que terminou a gravação. E ainda levou o amigo Gracindo Jr, seu marido na novela, junto!

Serial killer ataca em Poder Paralelo e atores falam das suspeitas

Um tiro no meio da testa e a foto de uma criança com os olhos vendados. No verso da fotografia, um nome: Guri, o chefe da máfia. Esta é a assinatura do serial killer que vai movimentar “Poder paralelo” a partir desta segunda-feira. Na lista do assassino misterioso, cinco nomes, que de alguma forma se ligam aos dos inimigos Tony (Gabriel Braga Nunes) e Bruno (Marcelo Serrado). O primeiro a acertar as contas com o diabo é Juraci (D’artagnan Júnior). O deputado aliado a Bruno é encontrado morto boiando na piscina do hotel.
— Foi uma surpresa. Recebi os capítulos numa sexta-feira e só li dois dias depois. Vou te dizer: acabou com o meu domingo — lamenta D’artagnan.
Quem também vive um luto particular é Lu Grimaldi. A matriarca dos Castellamare será a segunda vítima do serial killer, e a atriz não se conforma com o destino trágico de Mama Freda:
— Ela é o eixo da família. Espero que sobrevivam sem mim. Enquanto D’artagnan e Lu velam seus papéis, André Bankoff comemora o desfecho de André, o terceiro da lista assassina.
— Ele começou pequenininho e ao longo dos capítulos ganhou importância — diz. Para Lúcio Fernandes, o segurança Wagner, quarto assassinado, a morte até que caiu bem:
— Sinal de que o personagem é peça fundamental nesse quebra-cabeça, né? O último a ser despachado é Santana. O personagem de Paulo Gorgulho morre tentando convencer todos de que Guri é ele, e não o autoproclamado Bruno. Mas a saída de Gorgulho tem uma razão maior que uma disputa da máfia: ele estará em “Ester”, minissérie em produção na Record.
— Estou me sentindo numa reunião da funerária — brinca.
O autor Lauro César Muniz amplia o suspense:
— Seria um maníaco que deseja acabar sozinho com os dois grupos da máfia? Uma coisa adianto: muitos ainda morrerão até o fim da novela.

Logomarca oficial de 'Poder Paralelo': nova novela da Record